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Atividade Avaliativa 2 bimestre leitura e interpretação

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  Mais um animal     Chico chegou da rua com um gatinho muito preto e muito magro debaixo do braço.  – Vai me dizer que já arrumou mais dor de cabeça pra mim – disse-lhe a mãe.  – Olha pra ele, mãe, tão bonitinho, tão magrinho. Ocê não tem dó dele?  – Dó eu tenho, mas não quero saber de mais bicho em casa. O quintal já tá parecendo zoológico.  – A senhora mesmo vive rezando pra São Francisco, o santo que acolhia os bichos...  – Não é por ser devota de São Francisco que vou transformar minha casa em zoológico.  (...) Chegam muito os três que vivem embaraçando nas pernas da gente.  – Olha pra ele, mãe. Só ele, tenha piedade do coitado. Não deve ter dono, nem pai, nem mãe, nem irmãozinho.  – Não quero nem olhar.  – Já sei por que não quer: para não pegar amor por ele. Alisa só o pelinho dele, vê como o coitado tá maltratado. Se fosse um angorá, aposto que você ia querer.  - Se fosse um angorá, o dono n...

Prova do livro Extraordinário

https://docs.google.com/forms/d/1dcySXsHvcRsnMlZePjyIZgLwjomKIyKH7aZ8cybaBqg/edit?hl=pt-br

Atividade CONTO 9 ANO

 Leia o texto e resolva às questões 1 – 12: FURTO DE FLOR       Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.     Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.      Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:       – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!  Carlos Drummond de Andrade ,r 1...

ATIVIDADE DE LINGUA PORTUGUESA ESCOLA FABIO BARBOSA RODRIGUES

  Classifique os advérbios sublinhados. Siga o exemplo.   Talvez ela viaje - advérbio de dúvida a)    Não irei ao passeio.    b)    Gosto de quem fala bem.             c)    Sim, posso ir com você.               d)    Amanhã levarei os livros.          2.Complete as frases empregando um advérbio do quadro abaixo:   ontem                sempre            depois               aqui             pouco mal           longe  ...

Atividade Avaliativa de Língua Portuguesa 8º ano

    A ordem natural das coisas                  Emicida A merendeira desce, o ônibus sai Dona Maria já se foi, só depois é que o Sol nasce De madruga é que as aranha tece no breu E amantes ofegantes vão pro mundo de Morfeu E o Sol só vem depois O Sol só vem depois É o astro rei, ok, mas vem depois O Sol só vem depois Anunciado no latir dos cães, no cantar dos galos Na calma das mães, que quer o rebento cem por cento E diz: Leva o documento, son Na São Paulo das manhã que tem lá seus Vietnã Na vela que o vento apaga, afaga quando passa A brasa dorme fria e só quem dança é a fumaça Orvalho é o pranto dessas planta no sereno A Lua já tá no Japão, como esse mundo é pequeno Farelos de um sonho bobinho que a luz contorna Dar um tapa no quartinho, esse ano sai a reforma O som das criança indo pra escola convence O feijão germina no algodão, a vida sempre vence As nuvens curiosas, como são Se vestem de cabelo cr...

Eduardo e Mônica

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  Eduardo e Mônica - Atividade de Intertextualidade (com gabarito) Eduardo e Mônica Quem um dia irá dizer Que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer Que não existe razão?   Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar: Ficou deitado e viu que horas eram Enquanto Mônica tomava um conhaque, Noutro canto da cidade, Como eles disseram. Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse: - Tem uma festa legal e a gente quer se divertir. Festa estranha, com gente esquisita: - Eu não estou legal. Não aguento mais birita. E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa: - É quase duas, eu vou me ferrar. Eduardo e Mônica trocaram telefones Depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Eduardo sugeriu um lanchonete Mas a Mônica queria ver o filme do Godard. Se encontraram então n...